Postado em 05.31.09 em Curiosidades por Jorge Alves

Psicologia aplicada

Psicologia aplicada

A psicologia aplicada visa utilizar os princípios e teorias psicológicas para superar problemas em áreas como saúde mental, negócios, educação, lei, etc. Tal como em qualquer outra ciência aplicada, ou vertente aplicada desta mesma ciência, os conhecimentos teóricos são aplicados (passo a redundância) à vida “real” e imediata.

Na sua definição, a psicologia aplicada pode ser tida como um ramo da psicologia com determinado objectivo específico (em função do objecto em questão) que faz uso das descobertas científicas alcançadas pela ciência psicológica em geral (seja ela teórica ou prática).

Convirá neste momento entender a diferença entre ciência básica e ciência aplicada de forma simplista: enquanto a ciência básica (ou pura, ou fundamental) origina conhecimento básico/fundamental sem preocupações relativas a aplicações práticas, é exactamente o enfoque na aplicação prática que define a ciência aplicada. Contudo, convém ter em conta que “básica” e “prática” podem (e devem, na minha opinião) ser apenas ramos de uma mesma ciência.

Em termos de história, um dos principais fundadores da psicologia aplicada foi Hugo Munsterberg. Cite-se ainda, a título de curiosidade que a International Association of Applied Psychology (IAAP), é aial mais antiga de académicos e praticantes na área da psicologia, tendo sido fundada em 1920.

Segue agora uma lista das áreas que se constituem como psicologia aplicada:
Psicologia clínica
Psicologia da educação
Psicologia forense e legal
Psicologia da saúde
Psicologia dos factores humanos
Psicologia organizacional e industrial
Psicologia ocupacional da saúde
Psicologia do trabalho
Psicologia escolar
Psicologia do desporto
Psicologia comunitária
Psicologia de aconselhamento
Psicologia ecológica
Psicologia ambiental
Neuropsicologia
Psicologia do tráfego

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Sobre o autor:  Jorge Alves é Doutorado em Psicologia. Neuropsicólogo Clínico. Investiga na área das Neurociências. Criador e autor principal do Portal RedePsicologia.com.



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