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Embora seja muito céptico ao que vou apresentar neste artigo resolvi escreve-lo mas encorajo a um juízo crítico por parte do leitor.
O The New York Times publicou um artigo onde se refere que a análise estatística de determinadas palavras no texto escrito pode elucidar sobre o estado mental do autor.
James Pennebaker tem investigado esta área e afirma, em estudos, que a escrita pode ajudar na recuperação de acidentes e aumentar as defesas do sistema imunitário em pacientes com HIV.
Fica aqui uma lista dos seus estudos.
Devo confessar que continuo céptico. Se acharem interessante podem sempre analisar a frequência das palavras que usei neste post ou uso no site.
Fonte: Mind Hacks
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Comentários ( 3 )
joãoAcho que é daquelas áreas de estudo como a linguagem corporal. Poderemos aprender em linhas gerais, como que “ganhar uma sensação” do objecto de estudo mas quando se trata de casos específicos, ou é um num milhão que se enquadra perfeitamente ou então nunca vai ser certo. Pode servir de orientação, como a maioria dos testes, mas acho que nunca servir de instrumento de diagnóstico ou algo do género. Penso que por exemplo nos casos que é relatado no que diz respeito por exemplo a pacientes com HIV, não li o estudo, mas a meu ver isso dever-se-á mais ao facto da significação e sentido dado ao acto de escrever e construir significados. Trabalhar esta escrita é também trabalhar a mente do indivíduo. Trabalhar a mente é também trabalhar o corpo e toda a “gestalt” do indivíduo.
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Jorge@joão Obrigado pelo seu contributo para a discussão. Penso que posso fazer minhas as suas palavras pois também tenho bastantes (eufemismo) dúvidas sobre a validade da “técnica”.
ana rosa leitea ideia que eu tenho, como leiga neste assunto, é que de facto a nossa caligrafia, o modo como se escreve, revela muito da nossa personalidade;porém, não sei até que ponto esta ideia está certa ou errada ou se está impregnada de alguma verdade!





