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A França é o primeiro país deixar de considerar o transsexualismo, formalmente referida como perturbação da identidade de género, como uma doença mental oficialmente reconhecida.
Apesar de alertar a Associação de Psiquiatria Americana e a Organização Mundial de Saúde para a vontade cada vez mais forte da comunidade LGBT para que o diagnóstico deixe de existir, caso esta medida se extenda a outros países poderá ter implicações a ter em conta.
Por exemplo, em alguns países é necessário ter o referido diagnóstico para que seja elegível ao procedimento de reatribuição de sexo, ou seja, poderá haver implicações no seu custo.
Link para a notícia no jornal Le Figaro: “Le transsexualisme n’est plus une maladie mentale“.





