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Posso confiar em ti? | Avaliar a confiança na face/cara
A evolução traz adaptações benéficas e outras menos boas. Segundo um artigo do Boston Globe sobre psicologia da confiabilidade/confiança, os vigaristas podem aproveitar uma destas adaptações.
Os seres humanos tendem a avaliar faces do contínuo “contente” como mais confiáveis, e faces do contínuo “raiva” como não confiáveis. Existem várias características fisionómicas já caracterizadas na literatura.
Claro está, a primeira impressão pode enganar (pelo menos ao que diz respeito a a cara) como diz o ditado “Quem vê caras não vê corações.”. Como curiosidade refiro também que já li um estudo (não me lembro da fonte por isso verifiquem e não citem isto) em que faces de pessoas de meia idade com experiências adversas e com história criminal foram avaliadas como mais rudes e menos confiáveis. A explicação era que com o decorrer do tempo (e das experiências) a cara “retinha” a expressão mais utilizada ao longo dos anos. Em idade mais avançada estas “marcas do tempo e da vida” seriam já mais perceptíveis. Nestes casos a primeira impressão seria fiável. (Se alguém conhecer o artigo em questão que deixe a referência, obrigado.).
Nota: Existem outras formas de obter a “confiança” tal como exemplificado no sketch “Look into my eyes” da série Little Britain. Vale a pena ver.





